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Rentabilidade do mogno africano pode chegar a 15 vezes o valor investido

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Rentabilidade do mogno africano pode chegar a 15 vezes o valor investido

O mogno africano é da família Meliacea. Trata-se de uma espécie do gênero Khaya, sendo que as mais comuns são:

  • Khaya ivorensis: entre suas características estão poder ser cultivada em regiões frias e possuir desrama natural, o que diminui a quantidade de podas necessárias. Também é a mais solicitada pelo mercado internacional.
  • Khaya senegalensis: traz como característica a resistência contra pragas e conseguir ficar longos períodos sem água.

Ambos os clones são muito bem trabalhados no mercado. Sendo que o khaya ivorensis é originário da região da Costa do Marfim; e o khaya senegalensis, vem do Senegal.

Ou seja, são originários da África, rustificados e adaptados às melhores condições do Brasil.

Rentabilidade do mogno africano

Seu cultivo comercial teve início nos anos 90, quando investiu-se em técnicas de manejo; correção de solo; ampliação das áreas plantadas; e melhoramento genético.

Pode-se dizer que atualmente, no Brasil, o mogno africano é uma das espécies florestais com maior investimento para a produção de madeira tropical nobre.

Entre suas características estão: dureza da sua madeira, alta durabilidade e beleza.

Também é fácil de trabalhar e secar. Isso faz com que ela seja altamente valorizada na indústria moveleira, marcenaria, construção civil e naval, sendo indicada também para a fabricação de instrumentos musicais e uma série de outros objetos.

A Kaiser Agro optou por trabalhar com o mogno khaya ivorensis, pois a espécie possui uma característica muito importante: é de fácil manuseio – após um ano de vida não é mais necessário fazer a desbrota.

A árvore, por si só, conforme vai crescendo, vai secando e desbrotando automaticamente os galhos inferiores. Isso proporciona um caule, um fuste, mais reto, e um fuste com menos probabilidade de nós e infecções no próprio caule.

Solo

Outra vantagem de se cultivar o mogno africano é que ele não precisa de um tipo de solo específico para ser plantado.

Isso porque ele não tem alta exigência em fertilidade, podendo se desenvolver bem em solos profundos, de textura média; ou latossolos corrigidos.

Devido a sua característica de ser uma arvore muito rustificada, o que é necessário é uma averiguação técnica do tipo de solo existente e, quando necessário, fazer a correção desse solo para que a arvore tenha um melhor desenvolvimento, e que num menor espaço de tempo possa produzir a metragem cúbica de tora, que o objetivo final.

A topografia também não influencia, sendo necessário apenas que se avalie a questão logística do processo de plantio, manejo e corte da floresta.

Clima

As florestas de mogno africano têm mostrado uma boa adaptação em quase todas as regiões e climas do Brasil.

Não é indicado que a espécie seja plantada em regiões alagadas.

Também é importante destacar que em regiões onde há geadas, o mogno africano, infelizmente, não resiste. E não resiste principalmente nos dois primeiros anos.

Testes realizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) apontaram que o mogno africano se adapta a qualquer clima brasileiro, até mesmo em regiões de temperaturas mais baixas. Porém, em regiões de geadas severas, a árvore não resiste.

Já o plantio,quando feito no período chuvoso, aproveita as chuvas, para o melhor desenvolvimento das árvores. Em locais que contam com irrigação, o plantio pode ser feito em qualquer época do ano.

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